
Com uma simpatia e talento imensurável, Cláudia Mascarenhas Reis conquistou o seu espaço na televisão brasileira. Atualmente, apresenta o “Esporte Fantástico”, na Record.
Em entrevista exclusiva ao AJ Comenta, Cláudia falou sobre as Olimpíadas de Londres e a carreira de jornalista. Confira!
Juntamente com Mylena Ciribelli e Maurício Torres, você apresenta o “Esporte Fantástico”. Como está sendo esta experiência?
Estou adorando! É um grande prazer apresentar o Esporte Fantástico. O programa é dinâmico e os meus companheiros de estúdio são muito bacanas. Além de excelentes profissionais, Mylena e Maurício são pessoas maravilhosas e o clima nos bastidores é o melhor possível.
Neste ano, a Rede Record exibiu com exclusividade os jogos olímpicos de Londres. Como foi trabalhar nesta cobertura?
Os Jogos foram um sucesso! Antes de viajar pra Londres, estava bastante ansiosa, não via a hora de estar lá! Depois do desembarque em solo britânico, o trabalho foi intenso, mas muito gratificante! Toda a equipe estava super comprometida com a qualidade do trabalho, e o resultado o Brasil viu na tela da TV…
Quando foi que você decidiu tornar-se uma jornalista?
Quando fiz vestibular para Comunicação Social, não pensava ainda em ser repórter ou apresentadora. Sempre gostei muito de escrever e achei que seria legal trabalhar com isso. Depois, já estagiando, tive a oportunidade de atuar como jornalista de TV e me apaixonei pelo trabalho! Sou muito falante e agitada, então acho que tive sorte de conseguir um trabalho onde eu pudesse manter o meu jeito de ser.
Em sua carreira como jornalista, qual fato mais lhe marcou?
Muitas histórias foram marcantes e inesquecíveis. Pessoas que conhecemos ao fazer uma reportagem, situações inusitadas, sejam tristes ou alegres… Mas, acho que as Olimpíadas de Londres foram mesmo o momento mais marcante da minha carreira até aqui. Estar lá junto com os atletas do Brasil, trabalhando e torcendo ao mesmo tempo, é uma energia única, quase indescritível! Acompanhei todo o trabalho da seleção feminina de futebol, por exemplo, e quando elas foram eliminadas, eu e toda equipe sofremos muito… O inverso aconteceu na final do vôlei feminino. Nossa seleção comemorou o ouro e eu estava lá, acompanhando tudo de pertinho! Agradeço a Deus pela oportunidade e torço para que venham muitas outras.
No jornalismo, quem é a sua grande inspiração?
Quando eu era mais nova, tinha a Fátima Bernardes como inspiração. Sempre achei que ela conseguia manter a classe e ao mesmo tempo passar firmeza, seriedade ou até alegria. A repórter Sonia Bridi também sempre me chamou a atenção com reportagens bem escritas e de fácil compreensão para o grande público. Depois de trabalhar como jornalista por alguns anos, percebi que cada um tem o seu estilo, o seu jeito de ser, e que isso se reflete no trabalho. Comecei a admirar a originalidade, a autenticidade. Não adianta alguém querer ser como o outro. Cada um é único e, por isso, especial.

Quais são seus futuros projetos profissionais? Pode-nos adiantar alguma coisa?
Acabei de voltar de férias e retorno para a apresentação do Esporte Fantástico. Ainda não dá para adiantar planos futuros, mas sei que ainda há muitos projetos esportivos pela frente: os Jogos Olímpicos de Inverno de Sochi, na Rússia, além, é claro, das Olimpíadas aqui no Brasil!
Para finalizar, deixe uma mensagem a todos seus fãs.
Agradeço a todos pelo carinho sempre! É muito bacana saber que há muita gente país afora torcendo pelo meu sucesso… Saibam que faço meu trabalho com muito carinho e dedicação, pensando sempre em quem vai assistir! A profissão de jornalista é muito gratificante, pois temos retorno imediato de vocês. Por isso, tento sempre passar algo positivo em minhas matérias ou alguma lição de vida que eu tenha aprendido durante as gravações… Me sinto honrada em poder ser a ponte entre os acontecimentos e vocês! Beijos, saúde e paz pra todos! Obrigada.
Muito obrigado por este bate-papo sensacional. Sucesso!!!
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