
Racismo, etnocentrismo, xenofobismo, singularidade cultural, intolerância, características conceituadoras do neonazismo. Albert Einstein foi categórico: “Triste época! É mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito”. Nos últimos dias, percebe-se um acentuado crescimento dos números de casos relacionados à antepaixão. Estaríamos enclausurados em um retrocesso tenebroso?
Organizações racistas marcadas pelo irracionalismo exacerbado. Grupos fixados em distintas regiões, mas com ideologias análogas, cruéis, perversas. Tendo como objetivo principal disseminar a maledicência, seres truculentos seguem os caminhos de Adolf Hitler, preconizando ações desumanas, atos catastróficos.
Gerd Stüwe, cientista social e professor da Universidade de Frankfurt, afirmou que o temor de perder espaço e ter seu habitat invadido faz com que indivíduos inseguros usem a agressão como forma de autoproteção. Por sua vez, Marcia Regina Costa, doutora em Ciências Sociais, enfatizou que o narcisismo, culto ao corpo, é corriqueiro entre os membros das facções preconceituosas.
Em um holocausto contemporâneo, existências são aniquiladas, almas exterminadas, vidas molestadas. Discursando, Martin Luther King disse: “O que me preocupa não é o grito dos maus. É o silêncio dos bons”. Portanto, para combater tamanha atrocidade, a ação da população torna-se indispensável. Deve-se deixar de lado a omissão.
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