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VÍDEO: A verdade nua e crua sobre a Copa do Mundo de 2014


Vídeo Carla Dauden

Em vídeo intitulado No, I m not going to the world cup”, a brasileira Carla Dauden discorreu sobre a Copa do Mundo de 2014, sediada no Brasil.

Em dado momento, foi categórica: “A Copa e as Olimpíadas são eventos ótimos, mas não são o que o nosso país precisa.

Assista:

E aí, qual a sua opinião? Comente! 

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Protestos BR: 17 de junho de 2013, uma data memorável


Quão deleitável é prestigiar o povo brasileiro unido e lutando por seus direitos. Não, não aguentamos mais a inércia e a perduração deste panorama pernicioso que assola a nossa formosa pátria.

Sim, vamos bradar em um conglomerado de fonemas a ânsia por mudanças plenas! Na trajetória em busca da ordem e do tão cobiçado progresso, todos verão que, com intrepidez, não fugimos da luta.

Confira algumas fotos dos protestos:

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17 de junho de 2013, uma data memorável, histórica!

Sobre o assunto, o que afirma a Constituição Federal? “É livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato.

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“Quem acusa não agrada”, afirma Lênio Streck sobre PEC 37


Lênio Streck, procurador de Justiça do Rio Grande do Sul, professor da Scuola Dottorale Tulio Scarelli, em Roma, e da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, em entrevista à Veja, discorreu sobre a PEC 37, proposta de emenda à Constituição que almeja proibir o Ministério Público de investigar.

Autor de diversas obras jurídicas, foi categórico: “O Ministério Público cometeu erros nestes 25 anos. Todos cometem erros. Mas a PEC 37 é feita para punir os acertos do Ministério Público. O Ministério Público é pago para defender interesses públicos que historicamente serviram a uma minoria. Contrariar esses interesses é fazer inimigos, por assim dizer. Quem acusa não agrada aos réus ou potenciais réus. Toda vez que o MP acerta, ele cria um déficit de simpatia.”

Para finalizar, afirmou: “O problema no Brasil é histórico. A nossa sociedade é patrimonialista. Historicamente o direito penal tem servido para condenar os pobres. Há uma nítida relação entre a investigação do Ministério Público e o risco que os poderosos sofrem. Não há uma conspiração, mas há um certo arranjo, uma confluência de interesses para que o MP seja retirado da investigação.”

Qual a sua opinião? Comente! 

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Cerca de 90% dos brasileiros aprovam a redução da maioridade penal. Qual a sua opinião?


Em parceria com o Instituto MDA, pesquisa da CNT (Confederação Nacional do Transporte) constatou que 92,7% da população brasileira aprova a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos.

O estudo ainda revelou que 7 em cada 10 pessoas avaliam que as infrações cometidas por menores aumentaram de modo demasiado nos últimos anos.

Realizado em 134 cidades de 20 estados nacionais, o levantamento ouviu 2.010 indivíduos. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos.

E você, qual a sua opinião a respeito da redução da maioridade penal? Vote!

Esta enquete representa um mero levantamento de opiniões, sem controle de amostra, o qual não utiliza método científico para a sua realização, dependendo, apenas, da participação espontânea do interessado.

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Charge: Os exorbitantes gastos públicos


Segundo a Penn World Table, o Brasil figura em 13º lugar na lista dos países com maior excesso de gastos. Ao que tudo indica, o excedente está estimado entre 14% e 26%, propiciando uma acentuação na carga de impostos. 

Sobre o assunto, Raul Velloso (O Globo), é categórico: “Estamos às vésperas de perder o controle sobre a dívida pública. A ênfase da política governamental tem de ser redirecionada do consumo para o investimento. Só que não adianta apenas anunciar planos de expansão. É preciso sair do discurso à ação, despindo a camisa ideológica antimercado e pró-eleição que tem prevalecido, e que desde 2007 tem produzido empreendimentos de baixa qualidade ou nenhum.

Gastos públicos exorbitantes, resultados ínfimos. Qual a sua opinião? Comente! 

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Leitura em Foco 045 – Paulo Francis: Nu e Cru


Olá pessoal! Está no ar mais um “Leitura em Foco”. Hoje falaremos sobre o livro “Paulo Francis: Nu e Cru”. Vamos lá?

Jornalista, crítico de teatro e escritor, Paulo Francis é um ícone na arte de escrever. Seus textos, marcados por um teor ácido, conquistavam os mais antagônicos tipos de leitores e ferrenhos dissidentes. Sem sombra de dúvida, um intelectual brasileiro admirável.

Em “Paulo Francis: Nu e Cru”, prestigia-se a correspondência de Francis direto de Nova Iorque para o jornal O Pasquim (entre 1971 e 1975). Uma coletânea sublime. De política a viagens, cultura a economia. Em cada frase, nota-se o tom debochador de Paulo e sua marcante inteligência, sabedoria.

Os textos contidos no exemplar propiciam uma absorção de informações imprescindíveis para o conhecimento das singularidades e contexto histórico do período. Além de tudo, Francis discorre sobre suas experiências nos Estados Unidos.

Escritos leves, engraçados e um tanto quanto desprovidos de formalidade, sem deixar de lado uma visão cáustica. Por sua agilidade, a impressão que fica é a de uma exímia conversa.

Um livro especial por demasia, recheado de reflexões, opiniões e confissões pessoais. Recomendo! 

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Charge: Os interesses privados por trás dos negócios públicos


Charge: Angeli

Charge: Angeli

Um jogo ganancioso que propicia uma corrupção sórdida, dilaceradora da República. Já dizia Jean-Jacques Rousseau, a coisa mais perigosa que há é a influência dos interesses privados nos negócios públicos.

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VÍDEO: A Fábula da Corrupção, um ciclo pernicioso


A Fábula da Corrupção
Assista ao curta-metragem A Fábula da Corrupção, organizado pela Controladoria-Geral da União em parceria com o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime:

De fato, a corrupção gera um ciclo demasiadamente pernicioso. Gostou do vídeo? Compartilhe! 

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“As leis não saciam a nossa sede de justiça”, afirma Rachel Sheherazade



No Brasil, a perigosa maré de impunidade tem gerado eminentes ondas de insatisfação popular. A impressão que fica é que os infratores, na maioria das vezes, são beneficiados.

A jornalista Rachel Sheherazade discorreu sobre o assunto. Assista:

Já dizia Maquiavel, quando a massa do povo é corrompida, as leis, mesmo as mais bem ordenadas, são impotentes. Qual a sua opinião? Comente! 

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Em entrevista, jurista Ives Gandra Martins discorre sobre a PEC 37


Ives Gandra Martins participa do Programa do Jô desta segunda (Foto: TV Globo/Programa do Jô)
Em entrevista exibida no Programa do Jô, o jurista Ives Gandra Martins discorreu sobre a PEC 37.

O Ministério Público não pode ser parte e juiz ao mesmo tempo. Eles nunca tiveram este poder de investigação. Na Constituição, o artigo 144, § 4º, declara que a polícia judiciária, formada por delegados, é que cabe fazer o inquérito policial. Eles têm o direito de requisição, mas quem tem que presidir é o delegado. Se o Ministério Público fizesse as investigações, o direito de defesa iria para o espaço. A PEC 37 diz apenas o que já está na Constituição”, afirmou o especialista.

Vale lembrar: A Ordem dos Advogados do Brasil é a favor da aprovação da Proposta de Emenda à Constituição. Assista:

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Papo Sério 019 – Violência contra a mulher, uma realidade indecorosa


A agressão contra a mulher é uma realidade indecorosa no Brasil. Segundo pesquisa, 4 entre 10 mulheres brasileiras já foram vítimas de algum tipo de violência doméstica.

O artigo 2º da lei nº 11.340, de 7 de agosto de 2006, é categórico: “Toda mulher, independentemente de classe, raça, etnia, orientação sexual, renda, cultura, nível educacional, idade e religião, goza dos direitos fundamentais inerentes à pessoa humana, sendo-lhe asseguradas as oportunidades e facilidades para viver sem violência, preservar sua saúde física e mental e seu aperfeiçoamento moral, intelectual e social.

O programa “Artigo 5º”, exibido pela TV Justiça, discorreu sobre o tema com a delegada-chefe adjunta da DEAM (Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher) Ângela Maria dos Santos e a assessora técnica do CFEMEA (Centro Feminista de Estudos e Assessoria) Leila Rebouças. Assista:

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“Discursos de palanque”, afirma Fernando Collor sobre declarações de Joaquim Barbosa


Em recente palestra, Joaquim Barbosa discorreu sobre os partidos políticos brasileiros:  “Nós temos partidos de mentirinha. Nós não nos identificamos com os partidos que nos representam no Congresso, a não ser em casos excepcionais. Eu diria que o grosso dos brasileiros não vê consistência ideológica e programática em nenhum dos partidos. Querem o poder pelo poder.”

Barbosa ainda disse que o Congresso é dominado pelo Poder Executivo: “O Congresso é inteiramente dominado pelo poder Executivo. As maiorias, as lideranças do Executivo que opera fazem com que a deliberação prioritária do Congresso Nacional seja sobre matérias do interesse do executivo.”

Não obstante, em discurso, o senador Fernando Collor de Mello refutou as declarações do presidente do Supremo Tribunal Federal. Assista:

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Charge: Bolsa Família e um comodismo lesivo


Nos últimos dias, o Bolsa Família foi palco de debates acalorados. Qual o principal objetivo dos programas de auxílio financeiro do governo, ajudar os mais necessitados ou gerar um comodismo sem precedentes? Fica a dúvida. Néo Correia fez uma charge sobre o assunto. Veja:

charge sobre bolsa família

De certo modo, estes benefícios propiciam uma inércia econômica. Conformados e encurralados neste panorama de dependência, muitos não almejam transformar a situação em que vivem. A impressão que fica é que a ânsia pelo “dinheiro fácil” sobrepuja o desejo de crescer financeiramente.

Quão gratificante é receber uma verba concebida pelo suor do trabalho. Qual a sua opinião sobre o tema? Comente! 

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