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Dilma nas manchetes!
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Danilo Gentili é agredido em festa de Dilma Housseff
Danilo Gentili, repórter do programa “CQC”, da Band, foi mais uma vez agredido. A confusão envolvendo o rapaz será exibido na íntegra no programa desta segunda-feira (1).
Em seu Twitter oficial, Danilo falou sobre a agressão: “Acabei de chegar em Brasília pra festa da @dilmabr onde sou presença VIP (Vadio Indesejado=Porrada)”.
Momentos depois, ao vivo na Band, Gentili explicou o caso. Além dele, um produtor e um cinegrafista da emissora foram espancados por seis agentes de segurança no Hotel Nahun, onde a presidente Dilma Rousseff fazia seu discurso.
O programa da Band pegou Dilma entrando por trás do hotel e fez a primeira imagem da presidente eleita.
Confira o vídeo após a agressão:
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Dois prefeitos de capital são derrotados ao tentar o governo estadual

As eleições de 2010 representaram um golpe para prefeitos de capital que planejam dar o salto até o governo do Estado. Pela primeira vez, dois deles ficaram sem cargo depois de abandonarem a prefeitura no meio do mandato para tentar a “promoção”.
Wilson Santos (PSDB), ex-prefeito de Cuiabá, foi derrotado no primeiro turno, ficando em terceiro lugar na disputa pelo governo de Mato Grosso. Já Íris Rezende perdeu neste domingo (31) o segundo turno para o governo de Goiás, depois de deixar incompleto o mandato de prefeito de Goiânia. Ambos estavam no segundo mandato consecutivo nas capitais de seus Estados.
Mesmo Beto Richa (PSDB), que teve sucesso ao deixar a prefeitura de Curitiba para tentar o governo do Paraná, enfrentou uma disputa mais acirrada do que a que normalmente é encarada por quem tenta o mesmo movimento. Ele conquistou o governo no primeiro turno, com apenas 4,88 pontos percentuais a mais que a soma dos adversários, depois de aparecer atrás do adversário Osmar Dias (PDT) em algumas pesquisas.
Outro ex-prefeito que penou para vencer foi Ricardo Coutinho (PSB), que administrou João Pessoa até 31 de março passado. Ele derrotou neste domingo o governador da Paraíba, José Maranhão (PMDB), com 53,7% dos votos, mas no primeiro turno os dois haviam praticamente empatado – Coutinho com 49,74% e Maranhão com 49,30% dos votos válidos.
Apesar da ambição de tentar passar para um degrau mais alto nos cargos políticos, os prefeitos costumam ser cuidadosos ao dar o salto para o governo do Estado. Devido à distribuição das eleições no Brasil, uma derrota nesses casos significa abandonar mais de dois anos de poder garantido na cidade. Muita pesquisa e cálculo político fazem com que essas iniciativas sejam tomadas só quando a probabilidade de vitória é muito alta.
José Serra (PSDB), por exemplo, deixou a Prefeitura de São Paulo em 2006 e conquistou o governo paulista no primeiro turno, com 57% dos votos. Pesquisas e pressão de aliados para manter os tucanos no poder estadual fizeram o então prefeito quebrar até o compromisso firmado de não concorrer ao palácio dos Bandeirantes.
O único caso recente de político que “errou” no cálculo e perdeu a eleição estadual depois de abandonar a prefeitura de uma capital era o de Tarso Genro (PT), que em 2002 foi derrotado na disputa pelo governo gaúcho tendo deixado incompleto o mandato em Porto Alegre.
A trajetória de Genro pode servir de consolo a Wilson Santos e Iris Rezende: oito anos depois da derrota, ele foi eleito governador do Rio Grande do Sul no primeiro turno, no último dia 3 de outubro.
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Serra chora em discurso e Dilma não empolga!

Com uma fala fria e pouco natural, Dilma Rousseff não empolgou o brasileiro em seu primeiro discurso como presidente da República; a impressão que ficou foi que a nova presidente quis surpreender o telespectador com palavras cultas, demonstrando já no primeiro momento de vitória que não é uma cópia do Lula. Ela falou, falou, gesticulou e ainda sim, nada foi dito. O presidente Lula nunca utilizou vocabulário fino para se dirigir ao povo, mas sim, palavras simples e populares citadas no dia a dia de qual brasileiro; algo que sem duvida, sempre garantiu mais proximidade para com o ouvinte e emoção contagiante no fim de cada frase.
Definitivamente, constata-se na nova Presidente, uma dificuldade grave para discursos; apesar de não ser o ponto mais importante, ainda sim é um fator que pesa muito para o sucesso de uma vida política, onde geralmente, as palavras geram mais repercussão do que as ações.
Ao contrario de Dilma, Serra soube aproveitar melhor o seu primeiro espaço na mídia – pós eleição. Emocionado, com lagrimas descendo a face, o candidato derrotado nas urnas, ainda abatido pelos resultados, agradeceu os brasileiros pelo voto, afirmando que a luta estava apenas começando. Houve em seu discurso talvez, um pouco de demagogia, porem, muita emoção em cada palavra pronunciada. No discurso de Serra, pudemos constatar que ele realmente estava seguro e confiante da vitória; mas como um bom político, soube pelo menos em primeiro momento, administrar a derrota.
Difícil entender o que serra quis dizer com a frase “a luta está apenas começando”; pela sua idade um pouco avançada é difícil acreditar em sua candidatura para as próximas eleições, ainda mais se Dilma repetir o bom governo de Lula, o que lhe garantirá uma reeleição.
Enfim, as eleições 2010 acabaram, agora resta a nós brasileiros, torcermos para que Dilma Rousseff seja melhor para governar do que é para discursar.
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Em primeiro discurso, Dilma diz ter compromisso com meta de erradicar a miséria do Brasil

No primeiro pronunciamento após o anúncio do resultado do segundo turno, a presidente eleita Dilma Rousseff (PT) afirmou na noite deste domingo (31), em Brasília, que, em seu governo, terá como compromisso a meta de erradicar a miséria do Brasil.
Ela fez um apelo para que todos os setores da sociedade a auxiliem na tarefa. “Vou fazer um governo comprometido com a erradicação da miséria e a criação de oportunidades para todos os brasileiros e brasileiras. Mas, humildemente, faço um chamado à nação, aos empresários, trabalhadores, imprensa, pessoas de bem do país para que me ajudem”, disse.
A presidente eleita afirmou que pretende recorrer ao atual presidente, Luiz Inácio Lula da Silva, sempre que necessário. “Baterei muito em sua porta, e tenho certeza de que a encontrarei sempre aberta”. Dilma classificou como um “privilégio” a convivência com Lula e destacou a “inteligência do presidente.
“Agradeço muito especialmente e com emoção ao presidente Lula, ter a honra do seu apoio, o privilégio da sua convivência, conviver diariamente com ele me deu a exata dimensão do governante justo e do líder apaixonado por seu país e sua gente. A alegria que eu sinto hoje pela minha vitória se mistura com a emoção da sua despedida. Sei que um líder como o Lula nunca estará distante de seu povo”, afirmou.
Dilma foi eleita presidente neste domingo (31) superando José Serra (PSDB) no segundo turno. O resultado foi anunciado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) às 20h13, quando ela já não podia mais ser alcançada pelo adversário.
O vice-presidente eleito, Michel Temer (PMDB-SP), acompanhou o pronunciamento, assim como dezenas de políticos aliados entre governadores, ministros, senadores e deputados, entre os quais Antonio Palocci (PT-SP) e José Eduardo Dutra, presidente do PT, que também estavam no palco ao lado de Dilma. Ao chegar, ela foi recebida ao coro de “olê, olê, olê, olá, Dilma, Dilma” e depois os aliados cantaram o Hino Nacional.
Liberdades de imprensa e religião
Ela também destacou como compromissos a liberdade de imprensa e a liberdade de religião. Mas ressalvou que o “primeiro compromisso” no cargo é “honrar as mulheres”.
“Esse fato é um avanço democrático do Brasil. Pela primeira vez uma mulher presidirá o Brasil. Meu primeiro compromisso é honrar as mulheres brasileiras para que este fato, até hoje inédito, se torne natural”, disse.
Dilma prometeu valorizar a democracia “em toda a sua dimensão” e fez questão de destacar que o seu governo será pautado pelo respeito à “ampla liberdade de imprensa e religiosa”.
“Farei um governo com ampla de liberdade de imprensa, religiosa e de culto. Vou zelar pela observação criteriosa dos direitos humanos e zelarei pela nossa Constituição”, disse Dilma no início do discurso.
Noutro momento de sua fala, ela voltou a falar da imprensa. “Prefiro o barulho da imprensa livre ao silêncio das ditaduras”, declarou a presidente eleita, para quem as críticas do jornalismo “ajudam o país”.
“Não nego que, por vezes, algumas das coisas difundidas me deixaram tristes, mas quem, como eu, lutei pelo direito de opinião, dedicamos toda a nossa juventude ao direito de expressão somos amantes da liberdade.”
Economia
Dilma se comprometeu ainda com a estabilidade econômica e afirmou que adotará medidas de incentivo à produção. “Acima de tudo, quero reafirmar nosso compromisso com a estabilidade da economia”, disse a presidente eleita.
Ela afirmou que vai criar mecanismos para beneficiar pequenos empresários. “Ampliarei o Supersimples [regime de tributação diferenciado para pequenas empresas] e construirei modernos mecanismos de aperfeiçoamento econômico, como fez o nosso governo.”
Segundo ela, em seu governo “as agências reguladoras terão todo o respaldo para atuar com autonomia e determinação”. “Apresentaremos sempre com clareza nossos planos de atuação governamental e trataremos com transparência nossas metas e resultados.”
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Marina Silva recomenda a Dilma a ‘sagacidade das serpentes’

A senadora Marina Silva (PV-AC) comentou na noite deste domingo, em Brasília, a vitória de Dilma Roussef (PT) à Presidência do Brasil.
“Parabenizo a ministra Dilma por ter sido eleita presidente e a primeira mulher presidente do Brasil”, afirmou em entrevista na noite deste domingo (31), em Brasília.
Marina disputou a eleição, mas ficou em terceiro lugar no primeiro turno, com cerca de 20 milhões de votos. Ela não revelou em quem votou no segundo turno.
A senadora desejou “boa sorte” a Dilma e disse que a nova presidente deve ter no cargo “a simplicidade dos pombos e a sagacidade das serpentes”.
Marina disse que sua decisão de ter ficado independente e não ter apoiado candidatos no segundo turno foi favorável para o processo democrático.
A senadora afirmou que sua atuação daqui para a frente vai se pautar pela construção de uma terceira via política. “Ela [a terceira via] ainda é um embrião”, disse.
Segundo a senadora, mesmo “sendo escolhida por apenas uma parte [do eleitorado], a presidente passará a ser representante de todos”.
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Lula não participará de festa de Dilma porque ‘dia é dela’

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva não aparecerá publicamente neste domingo ao lado de Dilma Rousseff (PT) se ela for eleita sua sucessora.
Segundo o chefe de gabinete de Lula, Gilberto Carvalho, ele tomou essa decisão porque o “o dia é dela”. Carvalho Afirmou que Lula está aguardando a apuração nacional “tranquilo e sereno” e que acredita na eleição de Dilma.
O presidente está acompanhando os resultados nos Estados no cinema do Palácio da Alvorada. Ele comemorou a eleição de Agnelo Queiroz (PT) ao governo do DF. Disse que a estratégia petista na capital federal “deu certo.”
Carvalho disse que Dilma acompanhará parte da apuração em casa e, depois, seguirá para um hotel para fazer pronunciamento. Em seguida, deverá passar na festa de Agnelo, na Esplanada dos Ministérios e, mais tarde, encontrará com o presidente Lula e governadores eleitos no Alvorada.
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Dilma: “lutarei para preservar a democracia em todas dimensões”

A presidente eleita, Dilma Rousseff (PT), disse neste domingo, durante a primeira entrevista oficial como detentora do cargo, que vai lutar para garantir a preservação da democracia em todas suas dimensões. “Vou zelar pela mais ampla e irrestrita liberdade de imprensa, pela liberdade religiosa, pela observação criteriosa e permanente dos direitos humanos e pela nossa Constituição”, afirmou.
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A Trajetória de Dilma Housseff!


CANDIDATURA
Ex-ministra de Minas e Energia e da Casa Civil, Dilma foi alçada já em 2008 à condição de candidata pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que começou então a dar as primeiras indicações de que gostaria de ver uma mulher ocupando o posto mais importante da República.
Em 31 de março deste ano, Dilma deixou a Casa Civil para entrar na pré-campanha.
Cresceu nas pesquisas e chegou a ter mais de 50% dos votos válidos em todas elas, mas começou a oscilar negativamente dias antes do primeiro turno, após a revelação dos escândalos de corrupção na Casa Civil e da entrada do tema do aborto na campanha.
Logo no primeiro debate do segundo turno, reagiu aos ataques que vinha sofrendo e contra-atacou Serra. A partir daquele momento, a diferença entre os dois candidatos nas pesquisas parou de cair.
Dilma se torna neste domingo o 40º presidente da República brasileira.
NOME FORTE
Dilma tornou-se um nome forte para disputar o cargo ao assumir o posto de ministra-chefe da Casa Civil, em junho de 2005, após a queda de José Dirceu no escândalo do Mensalão.
No comando da Casa Civil, Dilma travou uma intensa disputa com o então ministro da Fazenda, Antonio Palocci, por causa da política econômica do governo. Enquanto ele defendia aperto fiscal, ela pregava aceleração nos gastos e queda nos juros.
Dilma acabou assistindo à queda do Palocci, em março de 2006, devido à quebra do sigilo bancário do caseiro Francenildo Costa.
Com a reeleição de Lula e sem grandes rivais à altura no PT, Dilma tornou-se, depois do presidente, o grande nome do governo.
Apesar do poder acumulado e do protagonismo que passou a exercer ao lado de Lula, até outubro de 2007 Dilma negava que seria candidata.
MINAS E ENERGIA
Sua atuação à frente do Ministério de Minas e Energia rendera-lhe a simpatia do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que enxergou na subordinada, de perfil discreto e trabalhador, a substituta ideal para o posto de Dirceu.
Ela foi indicada para o ministério logo após Lula se tornar presidente, em 2002. No comando da pasta, anunciou novas regras para o setor elétrico além de lançar o programa Luz para Todos –uma das bandeiras de sua candidatura.
O novo marco regulatóriopara o setor elétrico –lançado em 2004– foi considerado a primeira iniciativa do governo Lula, na área de infra-estrutura, de romper com os padrões do governo FHC, marcado pelo “apagão” de 2001.
A principal característica do novo marco foi o aumento do poder do Estado em detrimento da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica).
ORIGEM
O pai de Dilma, Pedro Rousseff, veio para a América Latina na década de 30 do século passado. Viúvo, deixara um filho, Luben, na Bulgária. Passou por Salvador, Buenos Aires e acabou se instalando em São Paulo. Fez negócios na construção civil e com empreitadas para grandes empresas, como a Mannesmann.
Já estava havia cerca de dez anos no Brasil quando, numa viagem a Uberaba, conheceu a professora primária Dilma Jane Silva, nascida em Friburgo (RJ), mas radicada em solo mineiro. Casaram-se e tiveram três filhos. Igor nasceu em janeiro de 1947, Dilma, em dezembro do mesmo ano, e Zana, em 1951. A família escolheu Belo Horizonte para morar.
Levavam uma vida confortável. Passavam férias no Espírito Santo ou no Rio. Às vezes, viajavam de avião. Não era uma clássica família tradicional mineira. Os filhos não precisavam ter uma religião. Escolhiam uma fé se assim desejassem. O pai frequentava cassinos, gostava de fumar e beber socialmente.
Quando morreu, em 1962, Pedro deixou a família numa situação tranquila. Cerca de 15 bons imóveis garantem renda para a viúva Dilma Jane até hoje. Um dos apartamentos fica no centro de Belo Horizonte.
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Dilma manda um recado para o eleitor!

A presidente eleita Dilma Rousseff deu à TV Globo a primeira declaração pública depois de ganhar a eleição.
“Estou muito feliz. Agradeço aos brasileiros e brasileiras. Prometo honrar a confiança que depositaram em mim”, afirmou, de dentro do carro que a levou para um hotel, em Brasília, onde fará um pronunciamento.
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Serra telefona para Dilma e a parabeniza pela vitória

A presidente eleita Dilma Rousseff recebeu telefonema por volta das 20h30 deste domingo (31) do candidato derrotado e seu adversário político na corrida pelo Palácio do Planalto, José Serra. De acordo com coordenadores da campanha petista, o tucano a parabenizou pela vitória na corrida presidencial.
Dilma Rousseff é eleita para ocupar o posto mais importante da República. Ela registrou 56% dos votos válidos, enquanto o ex-governador de São Paulo tem 44% da preferência do eleitorado.
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Site de Serra é invadido por hackers


O site oficial de José Serra foi invadido por hackers neste domingo (31).
Às 19h40, a página usada durante a campanha (http://www.serra45.com.br/) exibia uma mensagem contra o tucano.
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Anchieta é o novo governador de Roraima!

Para vê a cobertura completa das eleições é só clicar em INÍCIO!
Depois de uma disputa acirrada e conquista minuto a minuto, Anchieta é o mais novo governador de Roraima com 104.691 votos (50,35%), contra 104.052 votos (49,65%)
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