“Não há fórmula mágica pra vencer a miséria”, diz Rachel Sheherazade sobre Bolsa Família



No início desta semana, boatos de que o Bolsa Família iria acabar deixaram os beneficiários bastante preocupados, causando tumulto nas agências bancárias. A jornalista Rachel Sheherazade, no SBT Brasil, comentou sobre o programa de ajuda social do governo. Assista:

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Leitura em Foco 043 – E o Vento Levou, de Margaret Mitchell


Olá pessoal! Está no ar mais um “Leitura em Foco”. Hoje falaremos sobre o livro “E o Vento Levou”, de Margaret Mitchell. Vamos lá?

Nascida em 8 de novembro de 1900, Geórgia, ao longo de sua vida, Margaret Mitchell escreveu apenas 1 obra. Apesar disso, obteve exacerbada notoriedade.

Publicado em 1936, “E o Vento Levou” é um dos mais brilhantes livros da literatura mundial. Uma ficção histórica surpreendente, marcada por um misto de amores, dissabores e tragédias. No transcorrer dos capítulos, torna-se perceptível uma descrição em demasia, propiciando ao leitor uma viagem inesquecível.

Uma dama ao avesso, Scarlett O’Hara possui a intrepidez como característica central, o que contraria a sociedade conservadora em que foi criada, onde a naturalidade feminina é tão pouco valorizada. Aos 16 anos, usufrui dos dias de glória sulista, recheados de bailes e ostensivas fazendas.

Apaixonada obsessivamente pelo noivo da serena Melanie Hamilton, Ashley Wilkes, a beldade luta contra um sentimento proibido. Na festa de noivado do jovem Wilkes, a senhorita O’Hara conhece o enigmático Rhett Butler. A partir de então, uma atípica história de amor principia.

Com a Guerra Civil Americana, a jovem assiste à desintegração do seu cotidiano. Os deleitáveis tempos são dissipados. A batalha iniciada em 1861 transforma a existência da população do Sul dos Estados Unidos. Humilhação e desespero ganham predominância. Obstinada e gananciosa, a personagem principal aniquila o temor e faz de tudo para reerguer o que o vento levou.

No romance, a autora transcorre sobre a decadência imposta pela Guerra de Secessão e a árdua Reconstrução. Além disso, aborda o surgimento da organização Ku Klux Klan.

No ano de 1937, o exemplar foi premiado com o respeitável Pulitzer. Em 1999, o jornal francês Le Monde o considerou um dos 100 maiores livros do século XX. Por sua vez, a revista norte-americana Time o incluiu na lista dos 100 maiores livros publicados originalmente em inglês desde 1923.

Um drama magnífico. Recomendo! 

Vale lembrar: A versão cinematográfica de “E o Vento Levou” recebeu 13 indicações ao Oscar, das quais venceu 8. O filme ainda conquistou duas categorias especias (honorária e técnica), fazendo-o ganhador de 10 estatuetas.

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Presidente do PT ataca Judiciário e afirma que STF é o exemplo máximo do conservadorismo


Em solenidade, Rui Falcão, presidente do PT, atacou o Poder Judiciário e afirmou que o Supremo Tribunal Federal é o exemplo máximo do conservadorismo.

Há reformas importantes a fazer. Nós temos um Judiciário conservador, cujo exemplo máximo é o Supremo Tribunal Federal que diz que dá a última palavra em tudo. Quem dá a última palavra é o soberano, e o soberano é o povo, que vota, elege seus representantes e quer também exercer o poder diretamente”, disse.

O deputado aproveitou para alfinetar a imprensa: “A mídia conservadora já não influi tanto nas eleições. Ela nos acossa. Ela nos ataca. Mas cada vez mais pessoas acreditam no nosso projeto. É mais oposição do que os partidos de oposição. Torcem contra o Brasil.”

Clique aqui e leia o texto “50 tons de fascismo”, escrito por Reinaldo Azevedo.

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Rachel Sheherazade: “Não se pode eternizar o processo do mensalão”



Os condenados no processo do mensalão almejam um novo julgamento. Joaquim Barbosa, por sua vez, negou a possibilidade de uma nova corte. Na última segunda-feira, 13, o presidente do Supremo Tribunal Federal não admitiu os embargos infringentes apresentados pela defesa do ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares, deixando claro que não aceitará, de nenhum réu, este tipo de recurso.

Não há como se concluir, portanto, que esses embargos infringentes se prestem simplesmente a abrir espaço à mera repetição de julgamento realizado pelo mesmo órgão plenário que já examinou exaustivamente uma determinada ação penal e já esgotou, por conseguinte, a análise do mérito dessa demanda”, afirmou Barbosa.

Rachel Sheherazade, no SBT Brasil, comentou sobre o tema. Assista:

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VÍDEO: TV Estadão realiza debate sobre a maioridade penal


Debate sobre a redução da maioridade penal
Segundo a ABMP (Associação Brasileira de Magistrados, Promotores de Justiça e Defensores Públicos da Infância e da Juventude), crianças e adolescentes são responsáveis por 10% dos crimes praticados no Brasil. Portanto, torna-se notável que a redução da maioridade penal é um tema que tem ganhado demasiada importância nos últimos dias.

Em vista disso, a TV Estadão realizou um debate entre o desembargador Antonio Carlos Malheiros e o promotor Marcelo Luiz Barone. Assista: 

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Leitura em Foco 042 – Um Homem Célebre: Machado Recriado


Olá pessoal! Está no ar mais um “Leitura em Foco”. Hoje falaremos sobre o livro “Um Homem Célebre: Machado Recriado”. Vamos lá?

Definitivamente, Machado de Assis é um dos mais notáveis escritores da literatura mundial. Dono de um estilo singular, publicou cerca de 60 obras, tais como os romances Dom Casmurro Quincas Borba. 

Em “Um Homem Célebre: Machado Recriado”, Alberto Martins, Carola Saavedra, Felipe Hirsch, Bruno Zeni, Alberto Mussa, Lourenço Mutarelli, Cristovão Tezza, Moacyr Scliar, Mariana Verissimo e Sérgio Augusto de Andrade recriam 10 trabalhos do sublime Machado de Assis.

No transcorrer do exemplar, prestigia-se a 9 contos e 1 peça teatral. De modo bastante criativo, há uma alternância de estilos e tendências. Por exemplo, como seria o conto “Teoria do Medalhão” nos dias de hoje? No capítulo em questão, Mariana Verissimo imagina um atípico encontro entre Machado e a socialite Paris Hilton.

Os textos são exacerbadamente reveladores e deixam transparecer a atualidade do acervo literário do autor.

Um livro feito especialmente para os admiradores deste homem célebre. Recomendo! 

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TOP 5: Mães que deixaram marcas na história mundial


Olá, Feliz Dia das Mães. Sem sombra de dúvida, uma data demasiadamente especial. Para comemorar, o AJ Comenta relembrará 5 mães que deixaram marcas na história mundial. Vamos lá?

5. Olga Benário Prestes - De origem judaica, a jovem comunista foi deportada para a Alemanha durante a presidência de Getúlio Vargas. Torturada, foi executada pelo governo de Adolf Hitler. Na Barnimstrasse, temida prisão de mulheres da Gestapo, nasceu Anita Leocádia. Após o período de amamentação, a criança foi entregue à avó, D. Leocádia. Infelizmente, Olga não teve a oportunidade de prestigiar o crescimento de sua filha.

4. Maria Quitéria - Símbolo de ousadia, determinação e valentia, Maria Quitéria é considerada a heroína da Independência, por seus atos de bravura em combate. Mesmo com a proibição de seu pai, a destemida jovem entrou no exército com o nome de Medeiros. Após a sua verdadeira identidade ser descoberta, permaneceu na tropa e lutou com exacerbada coragem. Maria teve apenas uma filha, Luísa Maria da Conceição. Em 1996, foi reconhecida como Patrono do Quadro Complementar de Oficiais do Exército Brasileiro.

3. Marie Curie - Primeira pessoa a ser laureada duas vezes com o Prêmio Nobel (1903 e 1911), Curie ganhou extrema notoriedade em uma sociedade conservadora, dominada pelos homens. Ao longo de sua exímia carreira, descobriu, por exemplo, os elementos químicos rádio e polônio. Marie foi mãe de duas filhas, Ève e Irène. Uma célebre contribuidora das ciências naturais.

2. Madre Teresa de Calcutá - No transcorrer de sua existência, a missionária católica não concebeu filhos. Apesar disso, foi mãe dos pobres e oprimidos. Tendo o altruísmo como marca perceptível, Madre Teresa é um exemplo de solidariedade e amor ao próximo. Em 1979, recebeu o Prêmio Nobel da Paz.

1. Não podemos esquecer, é claro, de todas das mães que, com seus frutos, consolidaram as sociedades das mais diversas nações e que, até hoje, dão continuidade à história mundial. Feliz Dia das Mães! 

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